Análise jurídica de situações envolvendo posse prolongada, imóveis sem escritura ou registro, contratos particulares e outras circunstâncias que possam permitir a regularização da propriedade.
SAIBA MAIS >
Elaboração, análise e revisão de contratos, documentos e condições da negociação para orientar compradores e vendedores antes da formalização da transação imobiliária.
SAIBA MAIS >
Orientação jurídica para a transferência de imóveis por doação, considerando a documentação necessária, as condições estabelecidas e os efeitos patrimoniais do ato.
SAIBA MAIS >
Assessoria na constituição, análise e formalização do usufruto, permitindo que uma pessoa transfira a propriedade do imóvel e preserve o direito de uso e aproveitamento do bem, conforme as condições definidas.
SAIBA MAIS >
Análise jurídica e documental para divisão, desmembramento ou organização de imóveis rurais, observando a titularidade, os registros e as exigências aplicáveis ao caso.
SAIBA MAIS >
Elaboração, revisão e análise de contratos de locação residencial, comercial ou rural, com orientação sobre direitos, obrigações, garantias e responsabilidades das partes.
SAIBA MAIS >
Orientação jurídica para identificação, avaliação e divisão de imóveis e outros bens deixados pela pessoa falecida, por meio de inventário judicial ou extrajudicial, conforme as características do caso.
SAIBA MAIS >
Planejamento e formalização da divisão de bens ainda em vida, por meio dos instrumentos jurídicos adequados, considerando os interesses do proprietário, os direitos dos herdeiros e os efeitos patrimoniais da decisão.
SAIBA MAIS >
O primeiro passo é compreender o histórico do imóvel, a dúvida apresentada e o resultado jurídico que o cliente busca alcançar.
Matrículas, escrituras, contratos, certidões, documentos pessoais, comprovantes de posse e demais registros são avaliados conforme as particularidades do caso.
O cliente recebe explicações sobre os documentos necessários, as etapas, os cuidados e os caminhos jurídicos que podem ser considerados.
Cada demanda é conduzida de acordo com suas características, sem conclusões automáticas ou promessas de resultado.


A ausência de escritura não significa, necessariamente, que o imóvel não possa ser regularizado. É necessário analisar a origem da posse, os contratos existentes, o tempo de ocupação, a matrícula e os demais documentos relacionados ao imóvel.
Usucapião é uma forma de aquisição da propriedade baseada no exercício da posse durante determinado período, desde que sejam atendidos os requisitos previstos para a modalidade aplicável ao caso.
Não. Dependendo da documentação, das características da posse e da concordância das pessoas envolvidas, o procedimento pode ser realizado de forma extrajudicial em cartório. A viabilidade deve ser analisada individualmente.
Sim. A análise prévia pode identificar informações relacionadas à titularidade, existência de restrições, dívidas, processos, pendências documentais ou condições contratuais que mereçam atenção antes da negociação.
O contrato particular registra as condições negociadas entre as partes, mas a transferência da propriedade, em regra, depende da formalização do título adequado e do registro no Cartório de Registro de Imóveis.
Sim. Em determinadas situações, a doação pode ser realizada com reserva de usufruto, permitindo que o doador preserve o direito de utilizar o imóvel ou receber os rendimentos provenientes dele.
O usufruto permite que uma pessoa utilize o imóvel e aproveite seus benefícios, mesmo que a propriedade tenha sido transferida para outra pessoa. As condições e a duração do usufruto devem ser formalizadas adequadamente.
A divisão depende da análise da matrícula, das dimensões da propriedade, da titularidade, das normas aplicáveis e da possibilidade técnica e jurídica de desmembramento ou divisão da área.
As partes podem elaborar um contrato, mas a análise jurídica auxilia na definição clara de valores, prazos, garantias, responsabilidades, multas, formas de rescisão e demais condições da locação.
Em determinadas situações, o inventário pode ser realizado extrajudicialmente. A possibilidade depende das condições legais, da documentação, da concordância entre os envolvidos e das particularidades do patrimônio.
Sim. A organização patrimonial pode envolver doações, partilha em vida, reserva de usufruto e outros instrumentos. A estrutura adequada deve considerar os objetivos do proprietário e os direitos legalmente protegidos.
A resposta depende dos bens transferidos, da forma utilizada e do patrimônio existente no momento do falecimento. Por isso, a organização deve ser planejada e formalizada de maneira individualizada.
Desenvolvido por THS Mídias Digitais